quarta-feira, 29 de abril de 2015

O Espírito de um drogado

Evocação do Espírito de um drogado. 
- Poderíamos conversar com um Espírito que teve experiência com drogas?
Resposta:
 Cá estou, pois esta visita já estava na programação da casa para esta noite. 
- Disseste que já estavas aqui ou vieste pela evocação?
R
esposta: Já estava aqui, trazido pelos amigos espirituais responsáveis pelo trabalho. 
- Poderias nos falar sobre tua experiência com as drogas?
Resposta:
 Perguntem e responderei dentro do possível e do que me for permitido. 
- Vivestes muito tempo na Terra?
Resposta:
 Dezoito anos. 
- Tão jovem e já tinhas envolvimento sério com a droga?
Resposta:
 Desde os quatorze anos. 
- Moravas onde?
Resposta:
 Rio de Janeiro. 
- Como foi teu envolvimento?
Resposta:
 Iniciei, na verdade, aos onze anos, com consumo de cigarros de maconha, no bairro onde morava, como brincadeira entre meus amigos. 
- Onde conseguias a maconha?
Resposta:
 Nas mãos dos pequenos traficantes do bairro, nos vendedores de quinquilharias das calçadas. Era muito fácil. 
- E seus pais? Sabiam dessa sua experiência?
Resposta:
 No início não sabiam. Quando tomaram conhecimento encararam como coisa normal dos tempos da adolescência moderna. Só mais tarde perceberam a gravidade da situação. 
- Com quais tipos de drogas tiveste envolvimento?
Resposta:
 Com as piores. Aos quatorze anos entrei em contato com a cocaína e daí para para o crack foi um pulo. 
- Foi o crack que o levou à morte?
Resposta:
 Não. Fui assassinado. 
- Como foi?
Resposta:
 Em briga de rua, por ponto de venda da droga, pois tornei-me um traficante para sustentar meu vício. 
- E a família?
Resposta:
 Depois de muitas tentativas de me retirar das ruas, deixaram-me jogado à própria sorte. 
- Lamentas esta atitude deles?
Resposta:
 Não. Lamento minha cegueira. Eles nada podiam fazer por mim, além do que fizeram. Não tinhas os recursos necessários para dar-me o que necessitava. 
- E do que necessitavas?
Resposta: 
Compreensão maior dos mecanismos da vida. 
- Foi isso que o levou a procurar as drogas?
Resposta:
 No início não. Mas depois, em minha adolescência, quando já me envolvera com as drogas mais pesadas, fazia "viagens" incríveis pelo meu mundo íntimo e buscava uma paz interior que não encontrara em casa, nem nas ruas. Em minha falta de lucidez, achava que encontraria nas drogas e na condição mental que elas me favoreciam. 
- Que condição?
Resposta:
 A total inconsciência dos meus atos, o mergulho em um mundo de ilusões e desespero, a entrega total aos devaneios insanos do desequilíbrio. 
- Algumas vezes refletias sobre isso? Quiseste deixar as ruas?
Resposta:
 Muitas vezes, mas em nenhuma delas encontrei compreensão e condições favoráveis para livrar-me daquilo. 
- Tiveste outras experiências?
Resposta:
 Em que sentido perguntam? 
- Outras experiências que poderiam servir para o aprendizado de todos?
Resposta:
 Sim. Quando se entra no mundo das drogas perde-se a noção de limites. Tudo passa a ser permitido. Prostitui-me muitas vezes para conseguir dinheiro e isso talvez tenha sido muito pior que o próprio vício, pois injetar um veneno em suas veias não traz consequências morais tão graves quanto vender seu próprio corpo, por livre vontade, sabendo do ato imoral e insano que se está praticando. Claro, não estou dizendo que se drogar é melhor que se prostituir, mas que o vício às vezes é irresistível e foge às nossas frágeis forças de resistência física e espiritual, e que o outro ato, neste caso, é perfeitamente evitável se assim o quisermos.  
- Como foi sua morte?
Resposta:
 Já falei que foi por motivo fútil. Um companheiro de infortúnio (que também já está deste lado), atirou em minha cabeça, em uma tola disputa de "ponto". Ele mesmo se arrependeu logo em seguida, pois um dia tínhamos sido amigos inseparáveis. Mas a droga nos faz enfrentar uma lei que é desconhecida dos homens das leis comuns. É selvagem e destruidora. Para os drogados não existem barreiras que possam contê-los no momento em que dela necessita. 
- Tua desencarnação foi dolorosa?
Resposta:
 Nada senti. Continuei vivo e não compreendia como as pessoas não me viam. Convivi com os "amigos" por um tempo para depois tomar consciência de minha condição de "morto". E foi aí que sofri os horrores decorrentes da falta de responsabilidade com a vida.  
- Foste amparado?
Resposta:
 Sim, depois de certo tempo, por familiares. 
- E teus pais?
Resposta:
 Só tomaram conhecimento pelos jornais locais, que alardeiam a miséria e desgraça humanas. 
- Que sentimento os animou?
Resposta:
 Depois eu soube que foi de grande alívio. E assim deveria ser mesmo, pois só trouxe a eles a desilusão e a dor. 
- Tiveste uma infância agradável?
Resposta:
 Tive tudo o que quis. Meus menores desejos eram satisfeitos. Fui rico até a idade de 10 anos, quando houve um reviravolta na vida dos meus pais. Eles separaram-se e eu fui morar com meus avós. Depois aproximei-me mais de minha mãe, no início de meu martírio pelo mundo das drogas. 
- E hoje? Visita-os?
Resposta:
 Não. Estou já bem recuperado, mas não tenho notícias deles. Acho que cuidam de suas vidas e rogo a Deus que cuidem bem, para que não sofram tanto, quando para cá vierem. 
- Sofreste aí?
Resposta.
 Muito. Principalmente ao saber do desperdício que havia sido minha vida. 
- Porquê? Tinhas outra programação de vida?
Resposta:
 Sim. Poderia permanecer até a sexta década de vida, com tarefa séria e edificante na área da saúde, oportunidade que me foi dada pelo Alto para redenção de meus débitos. Mas desperdicei no exercício do livre arbítrio, auxiliado pelas características familiares onde me encontrava. Sequer terminei o curso básico. A escola foi para mim um palco de minhas farras com outros colegas igualmente dementes. 
- Então és um suicida?
Resposta:
 Sim, no sentido que se empresta a essa palavra, pois fui em parte o artífice de minha morte, mas não com a conotação e a gravidade de um suicida comum. Os drogados são vistos aqui de outra forma. 
- De que forma? Vítimas?
Resposta:
 Sim, em parte, pois na verdade alguns são vítimas da degradação social pela qual passa a humanidade, sem deixar de considerar o livre arbítrio de cada um. A droga é a grande arma destruidora das esperanças dos jovens do mundo inteiro.  
- Poderias explicar um pouco mais essa parte?
Resposta:
 Muitos lançam-se cedo no mundo dos vícios pela falta de base moral familiar, cujos pais não preparam. Cedo, entregam-se a atitudes inadequadas e não são devidamente orientados. A permissividade existente no mundo atual é mostra de que os pais não estão preparados para construir o homem do futuro. A droga, sendo uma das formas de escravizar o homem, na verdade é um resultado da ganância desenfreada do próprio homem que destrói seus próprios filhos e assim sucessivamente. Os grandes donos do esquema arrecadam montanhas de dinheiro que amanhã deixarão para seus filhos, netos e bisnetos, não percebendo que constroem o material e destroem o essencial. Essas próprias criaturas, para as quais constroem seus impérios, são vítimas e escravos de seu próprio veneno. Assim é na cidade onde vivi. 
- Vives em colônia ou estás em hospital?
Resposta
: Encontro-me em  colônia próxima à Terra, de acordo com meu grau evolutivo. 
- Existem colônias específicas para atender vítimas de vícios?
Resposta:
 Não tenho conhecimento disso, mas meu instrutor diz que aqui são atendidos todos os necessitados da alma, quaisquer que sejam os vícios. É uma colônia muito grande e onde se encontram muitos jovens. Naturalmente ainda estamos nessa condição pela nossa pouca compreensão. A forma física não importa, mas a maturidade de Espírito. 
- Ainda podemos perguntar mais coisas?
Resposta:
 Necessito afastar-me por orientação do amigo que me dirige as ações e pensamentos neste trabalho. Deixo aqui minha gratidão pela oportunidade e que os bons Espíritos amparem todos os homens que um dia pensaram em envenenar-se por desconhecer as leis que regem a vida". - Um Espírito sofredor, agradecido.    
Espírito: Um Espírito sofredorSociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec
São Luís, MA

segunda-feira, 30 de março de 2015

Demônios sedutores

Íncubo (em latim inccubus, de inccubare) é um demônio na forma masculina que se encontra com mulheres dormindo, a fim de ter uma relação sexual com elas. O íncubo drena a energia da mulher para se alimentar, e na maioria das vezes deixa-a viva, mas em condições muito frágeis, a palavra "incubus" ou íncubo (do latim, in-, "sobre") é considerado alguém que está em cima de uma outra pessoa. Já um "succubus" vem de uma alteração do antigo latim succuba significando prostituta. A palavra também é considerada uma derivação do prefixo "sub-", em latim, que significa "em baixo, por baixo", e da forma verbal "cubo", ou seja, "eu me deito".                                                                             
Meio de ataque
O íncubo geralmente aparece em sonhos que a vítima está sentindo prazer. Ele toma a forma mais atraente para a vítima, atraindo-a para si com seu magnetismo, sugando a energia sexual de sua parceira. Indefesa diante da situação, a vítima desse ser oferece involuntariamente sua energia, como forma de retribuição, durante os atos cometidos. Ao acordar se sente fragilizada e cansada, apesar de, na maioria das vezes, não se lembrar de nada.                                                             
http://atormentacoes.blogspot.com.br/2013/07/inccubus-demonios-sedutores.html

Uma das maiores curiosidades das pessoas que tentam de todas as formas presenciar a aparição de um espírito é como saber quando existe a presença deles em uma casa. Com base nisso, abaixo você encontra uma lista com alguns sinais que mostram se há de fato uma assombração em sua casa.

Lembrando que antes de dizer que há um fantasma em sua casa e decidir sair correndo com medo, faça o melhor possível para encontrar explicações racionais para o que você está enfrentando. Se você realmente chegar a conclusão de que nada racional pode explicar tal fenômeno, então você pode afirmar oficialmente que há um espírito no local.

Então acompanhe abaixo a lista:


1- Ruídos inexplicáveis: Som de objetos batendo ou de algo se arrastando.

2- Portas e armários batendo: Porta, janelas e armários abrindo e fechando sozinhos.


3- Objetos se movendo sozinhos: Objetos que se movem sozinhos ou que inexplicavelmente caem de cima de uma superfície ou levitam alguns centímetros. É um fenômeno um pouco raro, mas pode acontecer. 

4- Aparelhos domésticos ligando e desligando sozinhos: Tvs, rádios, luzes, etc que ligam e desligam sozinhos.

5- Objetos sumindo e reaparecendo em outro lugar: Objetos que você costuma deixar sempre no mesmo lugar que somem e você os encontra novamente em outro lugar que você jura não ter deixado antes também pode mostrar a presença de um espírito. 

6- Comportamento anormal de animais: Gatos e cachorros tendem a ver e sentir a presença de espíritos,como já foi postado aqui no blog. Se eles latem, no caso dos cães, para o nada ou acompanham movimento com a cabeça e não há nada a sua frente é sinal de que eles estão vendo uma energia diferente no local. 
 
7- Sentir estar sendo observado: Isso é muito comum, principalmente quando se está sozinho. Mas preste atenção, pois isso pode ser apenas algum receio, se tiver visto um filme de terror por exemplo. 

8- Sentir ser tocado: Sentir alguém o tocando, como passar de mãos no cabelo ou no ombro etc. 

9- Ouvir vozes: Ouvir alguém te chamando e não encontrar ninguém é bastante comum, e pode ser um sinal de um espírito. Gritos, sussurros, conversas abafadas ou risadas também são sinais de aparições. 

10- Pontos frios: Se alguma parte de um cômodo estiver mais frio que o resto do cômodo ou da casa inexplicavelmente são sinais de fantasmas presentes. 

11- Odores inexplicáveis: Um odor que toma conta do ambiente sem uma causa provável, como perfume ou mau cheiro. 

12- Presença de vultos: Geralmente é a prova que mais deixa clara a presença de um espírito em um determinado local, vultos que passam rapidamente, luzes anormais, sombras em forma humana ou não distinta podem ser um sinal de uma assombração.

13- Agressão física: Geralmente apenas espíritos malignos fazem isso, e é um fenômeno bastante raro, mas não impossível. Arranhões, puxão de cabelo, ser empurrado, qualquer agressão vindo de ninguém aparente é sinal da presença de um espírito.
http://docepsicose.blogspot.com.br/2012/07/sinais-da-presenca-de-espiritos.html

Durante o Sono

Durante o sono o desencarnado pode arrastar o encarnado para regiões do astral inferior onde pode estender o seu domínio sobre a mente e as emoções da vítima.
Quando a vítima se desliga do corpo muitos obsessores a perseguem, fazendo-a relembrar dos erros cometidos, muitas vezes até agredindo-a. Muitos pesadelos são na verdade encontros com obsessores.
Também pode acontecer do obsessor se mostrar transformado em monstro ou até projetar imagens ou cenas tenebrosas para inspirar medo em sua vítima, tornando-a ainda mais frágil e suscetível de influência.

12.2  Obsessão a Distância
Quando foi estabelecida uma forte ligação entre o obsessor e a vítima é possível que a obsessão se faça parcialmente à distância. Os obsessores podem plasmar condensadores astrais que funcionam como acumuladores de vibrações inferiores, bombardeando constantemente a vítima. Estas técnicas são muito comuns nos feitiços realizados pelos conhecedores de magia negra.

12.3   Ligação de Entidades Infelizes e Inconscientes ao Obsediado
Essa é um prática muito comum realizada pelas legiões de obsessores.
São ligadas a vítima as seguintes categorias de espíritos:
- Espíritos desequilibrados que se encontram inconscientes.
- Suicidas.
- Ovóides (espíritos que perderam a forma).
- Desencarnados hipnotizados.
- Sangue-Sugas e outros elementos astrais que absorvem vitalidade
O obsessor desta forma fica ligado ao perispírito da vítima sem esforço, já que o próprio desequilíbrio dos irmãos vai, aos poucos, debilitando a aura da vítima.
Os ovóides e as sangue-sugas podem ser utilizados para absorver a vitalidade da vítima. Os obsessores aparecem de tempos em tempos para retirar a vitalidade armazenada e manter sua dominação sobre o obsediado.
Retiramos um exemplo do livro Libertação, de Chico Xavier:
"Dois desencarnados, de horrível aspecto fisionômico, inclinavam-se, confiantes e dominadores, sobre o busto da enferma, submetendo-a a complicada operação magnética. Essa particularidade do quadro ambiente dava para espantar. No entanto, meu assombro foi muito mais longe, quando concentrei todo o meu potencial de atenção na cabeça da jovem singularmente abatida. Interpenetrando a matéria espessa da cabeceira em que descansava, surgiam algumas dezenas de “corpos ovóides”, de vários tamanhos e de cor plúmbea, assemelhando-se a grandes sementes vivas, atadas ao cérebro da paciente através de fios sutilíssimos, cuidadosamente dispostos na medula alongada.
A obra dos perseguidores desencarnados era meticulosa, cruel.
Margarida, pelo corpo perispirítico, jazia absolutamente presa, não só aos truculentos perturbadores que a assediavam, mas também à vasta falange de entidades inconscientes, que se caracterizavam pelo veículo mental, a se lhe apropriarem das forças, vampirizando-a em processo intensivo.
Em verdade, já observara, por mim, grande quantidade de casos violentos de obsessão, mas sempre dirigidos por paixões fulminatórias. Entretanto, ali verificava o cerco tecnicamente organizado.
Evidentemente, as "formas ovóides" haviam sido trazidas pelos hipnotizadores que senhoreavam o quadro.
Com a devida permissão, analisei a zona física hostilizada. Reparei que todos os centros metabólicos da doente apareciam controlados. A própria pressão sanguínea demorava-se sob o comando dos perseguidores. A região torácica apresentava apreciáveis feridas na pele e, examinando-as, cuidadoso, vi que a enferma inalava substâncias escuras que não somente lhe pesavam nos pulmões, mas se refletiam, sobremodo, nas células e fibras conjuntivas, formando ulcerações na epiderme.
A vampirização era incessante. As energias usuais do corpo pareciam transportadas às "formas ovóides”, que se alimentavam delas, automàticamente, num movimento indefinível de sucção."

12.4  Hipnose
A hipnose do desencarnado sobre o encarnado pode ser melhor entendida como um livre acesso dos pensamentos e emoções do hipnotizador para o encarnado, que não oferece resistência, tendo as visões, desejos e até sensações emitidas.
Pensamento fixo em idéias de baixo teor e se concentrando no seu envio para o encarnado, assim o desencarnado emite poderosas energias, que somente podem ser freadas se o prejudicado tiver em seu coração as sementes do Evangelho.
Abaixo seguem alguns trechos que explicam um pouco mais sobre a hipnose realizada pelos obsessores:
Nos Domínios da Mediunidade – Capitulo 22 – Emersão no Passado
"É um problema complexo de fascinação. Nossa irmã permanece controlada por terrível hipnotizador desencarnado, assistido por vários companheiros que se deixaram vencer pelas teias da vingança. No ímpeto de ódio com que se lança sobre a infeliz, propõe-se humilhá-la, utilizando-se da sugestão. Não fosse o concurso fraternal que veio recolher neste santuário de prece, em transes como este seria vítima integral da licantropia deformante. Muitos Espíritos, pervertidos no crime, abusam dos poderes da inteligência, fazendo pesar tigrina crueldade sobre quantos ainda sintonizam com eles pelos débitos do passado. A semelhantes vampiros devemos muitos quadros dolorosos da patologia mental nos manicômios, em que numerosos pacientes, sob intensiva ação hipnótica, imitam costumes, posições e atitudes de animais diversos.
Ao passo que a doente gemia de estranho modo, amparada pelo esposo e por Raul, que se esmerava no auxílio, Hilário, espantado, indagou:
- Tão doloroso fenômeno é comum?
- Muito generalizado nos processos expiatórios em que os Espíritos acumpliciados na delinqUência descambam para a esfera vibratória dos brutos - esclareceu nosso orientador, coadjuvando em benefício da enferma, cujo cérebro prosseguia governado pelo insensível perseguidor como brinquedo em mãos de criança.
- E por que não separar de vez o algoz da vítima?
- Calma, Hilário! - ponderou o Assistente. Ainda não examinamos o assunto em sua estrutura básica. Toda obsessão tem alicerces na reciprocidade. Recordemos o ensinamento de nosso Divino Mestre. Não basta arrancar o joio. É preciso saber até que ponto a raiz dele se entranha no solo com a raiz do trigo, para que não venhamos a esmagar um e outro. Não há dor sem razão. Atendamos, assim, à lei da cooperação, sem o propósito de nos anteciparmos à Justiça Divina
"

12.5  Confundindo os Obsidiados
O obsessor faz de tudo para não deixar que o obsediado se ligue a grupos religiosos ou de auto-ajuda que acabarão afastando-o do domínio do verdugo.
Os obsessores confundem o obsediado quando alguém próximo tenta auxiliá-lo ou quando por vontade própria ele começa a freqüentar algum templo de ensinamentos elevados.
O obsessor causa problemas pessoais, impedimentos, desânimo, irritações, etc que desestimulem o obsediado.
Muitos irmãos relatam das dificuldades que têm de manter as rotinas de tratamento, sendo muitas vezes obrigados a faltar o encontro.
A solução é paciência e perseverança. Ninguém está desamparado, se existem espíritos que trabalham para que tudo dê errado, existem muitos outros que operam na esfera de Jesus e que jamais te negarão ajuda.
Abaixo seguem dois trechos retirados para exemplificar o que informamos:
Libertação – Chico Xavier, pelo Espírito André Luiz
"Reparei, através do halo de muita gente, que determinado número de frequentadores se esforçava por melhorar a atitude mental na oração. Reflexos arroxeados, tendendo a vacilante brilho, apareciam aqui e acolá; contudo, os malfeitores desencarnados propositadamente se postavam ao pé dos que se candidatavam à fé renovadora e reverente, buscando conturbá-los.
Não longe, fixei a atenção numa senhora que acompanhava o sacerdote com o manifesto desejo de receber a bênção celestial; os olhos úmidos e os tênues raios de luz, que se lhe projetavam da mente, diziam da sincera aspiração àvida superior que, naquele instante, lhe banhava o pensamento devoto; entretanto, dois transviados da esfera inferior, percebendo-lhe a esperança construtiva, tentavam anular-lhe a atenção e, segundo o que me foi permitido verificar, lhe sugeriam reminiscências de baixo teor, inutilizando-lhe a tentativa.
Voltei-me para o orientador, que prestimosa-mente explicou:
- A história de gênios satânicos, atacando os devotos de variados matizes, é, no fundo, absolutamente verdadeira. As inteligências pervertidas, incapazes de receber as vantagens celestes, transformam-se em instrumentos passivos das inteligências rebeladas, que se interessam pela ignorância das massas, com lastimável menosprezo pela espiritualidade superior que nos governa os destinos. A aquisição de fé, por isto mesmo, demanda trabalho individual dos mais persistentes. A confiança no bem e o entusiasmo de viver que a luz religiosa nos infunde modificam-nos a tonalidade vibratória. Lucramos infinitamente com a imersão das forças interiores no sublimado idealismo da crença santificante, a que nos afeiçoamos; todavia, o serviço real que nos cabe não se resume só a palavras. A profissão de fé não é tudo. A experiência da alma no corpo denso destina-se, de maneira fundamental, ao aprimoramento do indivíduo. É nos atritos da marcha que o ser se desenvolve, se apura e ilumina. Não obstante, a tendência dos crentes, em geral, é a de fugir aos conflitos da senda. Pessoas existem que depois de servirem ao ideal religioso, durante dois anos, pretendem o repouso de vinte séculos. Em todas as casas de fé, os mensageiros do Senhor distribuem favores e bênçãos compatíveis com as necessidades de cada um; entretanto, é imprescindível que se prepare o coração nas linhas do mérito, a fim de recolhê-los. Entre emissão e recepção, prevalece o imperativo da sintonia. Sem esforço preparatório, é impossível ambientar o benefício
"
Nos Domínios da Mediunidade – Chico Xavier, pelo Espírito André Luiz

"Que ocorre, porém, quando os encarnados não prestam atenção aos ensinamentos ouvidos?
- Sem dúvida, passam pelos santuários da fé na condição de urnas cerradas. Impermeáveis ao bom aviso, continuam inacessíveis à mudança necessária.
- Mas este mesmo fenômeno se repete nas igrejas de outras confissões religiosas?
- Sim. A palavra desempenha significativo papel nas construções do espírito. Sermões e conferências de sacerdotes e doutrinadores, em variados setores da fé, sempre que inspirados no Infinito Bem, guardam o objetivo da elevação moral.
O Assistente meditou um instante e acrescentou:
- Entre os homens, porém, se não é fácil cultivar a vida digna, é muito difícil habilitar-se a criatura à morte libertadora. Comumente, desencarna-se a alma, sem que se lhe desagarrem os pensamentos, enovelados em situações, pessoas e coisas da Terra. A mente, por isso, continua encarcerada nos interesses quase sempre inferiores do mundo, cristalizada e enfermiça em paisagens inquietantes, criadas por ela mesma. Daí o valor do culto religioso respeitável, formando ambiente propício à ascensão espiritual, com indiscutíveis vantagens, não só para os Espíritos encarnados que a ele assistem, com sinceridade e fervor, mas também para os desencarnados, que aspiram à própria transformação. Todos os santuários, em seus atos públicos, estão repletos de almas necessitadas que a eles comparecem, sem o veículo denso, sequiosas de reconforto. Os expositores da boa palavra podem ser comparados a técnicos eletricistas, desligando «tomadas mentais», através dos princípios libertadores que distribuem na esfera do pensamento.
Sorriu bem-humorado e prosseguiu:
- Em razão disso, as entidades vampirizantes operam contra eles, muitas vezes envolvendo-lhes os ouvintes em fluidos entorpecentes, conduzindo esses últimos ao sono provocado, para que se lhes adie a renovação
"
http://www.grupopas.com.br/cadastroColuna/mostraArtigoColuna.do?id=141

Obsessão de Encarnado para Desencarnado e de Encarnado para Encarnado

10.  Obsessão de Encarnado para Desencarnado e de Encarnado para Encarnado
A obsessão não ocorre somente do desencarnado para o encarnado, ela pode também partir do encarnado.
Muitos irmãos que ainda se encontram no corpo físico podem se vincular de tal forma a espíritos desencarnados que passam a exigir sua presença. O espírito desencarnado pode então entrar em desequilíbrio e a atração chega a um ponto onde não sabemos quem é a vítima e quem é o verdugo...
No livro Nos Domínios da Mediunidade temos um ótimo exemplo:
"Alcançáramos o leito simples em que Libério, de olhar esgazeado, se mostrava distante de qualquer interesse pela nossa presença.
Enxergava-nos, impassível.
Exibia o semblante dos loucos, quando transfigurados por ocultas flagelações.
Um dos guardas veio até nós e comunicou a Abelardo que o doente trazido à internação denotava crescente angústia.
Aulus auscultou-o, paternalmente, e, em seguida, informou:
- O pensamento da irmã encarnada que o nosso amigo vampiriza está presente nele, atormentando-o. Acham-se ambos sintonizados na mesma onda. E’ um caso de perseguição recíproca. Os benefícios recolhidos no grupo estão agora eclipsados pelas sugestões arremessadas de longe.
- Temos então aqui - aleguei - um símile perfeito do que verificamos comumente na Terra, nos setores da mediunidade torturada. Médiuns existem que, aliviados dos vexames que recebem por parte de entidades inferiores, depressa como que lhes reclamam a presença, religando-se a elas automaticamente, embora o nosso mais sadio propósito de libertá-los.
- Sim - aprovou o orientador -, enquanto não lhes modificamos as disposições espirituais, favorecendo-lhes a criação de novos pensamentos, jazem no regime da escravidão mútua, em que obsessores e obsidiados se nutrem das emanações uns dos outros. Temem a separação, pelos hábitos cristalizados em que se associam, segundo os princípios da afinidade, e daí surgem os impedimentos para a dupla recuperação que lhes desejamos.
O doente fizera-se mais angustiado, mais pálido.
Parecia registrar uma tempestade interior, pavorosa e incoercível.
- Tudo indica a vizinhança da irmã que se lhe apoderou da mente. Nosso companheiro se revela mais dominado, mais aflito...
Mal acabara o orientador de formular o seu prognóstico e a pobre mulher, desligada do corpo físico pela atuação do sono, apareceu à nossa frente, reclamando feroz:
- Libório! Libório! por que te ausentaste? Não me abandones! Regressemos para nossa casa! Atende, atende!...
- Que vemos? - exclamou Hilário, intrigado.
- Não será esta a criatura que o serviço desta noite pretende isolar das más influências?
E porque o orientador respondesse de modo afirmativo, meu colega continuou:
- Deus de bondade! mas não está ela interessada no reajustamento da própria saúde? não roga socorro à instituição que freqUenta?
- Isso é o que ela julga querer - explicou Aulus, cuidadoso -, entretanto, no íntimo, alimenta-se com os fluidos enfermiços do companheiro desencarnado e apega-se a ele, instintivamente. Milhares de pessoas são assim. Registram doenças de variados matizes e com elas se adaptam para mais segura acomodação com o menor esforço. Dizem-se prejudicadas e inquietas, todavia, quando se lhes subtrai a moléstia de que se fazem portadoras, sentem-se vazias e padecentes, provocando sintomas e impressões com que evocam as enfermidades a se exprimirem, de novo, em diferentes manifestações, auxiliando-as a cultivar a posição de vítimas, na qual se comprazem. Isso acontece na maioria dos fenômenos de obsessão. Encarnados e desencarnados se prendem uns aos outros, sob vigorosa fascinação mútua, até que o centro de vida mental se lhes altere. É por esse motivo que, em muitas ocasiões, as dores maiores são chamadas a funcionar sobre as dores menores, com o objetivo de acordar as almas viciadas nesse gênero de trocas inferiores.
A esse tempo, a recém-chegada conseguira abeirar-se mais intimamente de Libório, que passou a demonstrar visível satisfação. Sorria ele agora à maneira de uma criança contente.
Identificando, porém, a presença de Dona Celina, a infeliz bradou, colérica:
- Quem é esta mulher? dize! dize!...
Nossa abnegada amiga avançou para ela com simplicidade e implorou:
- Minha irmã, acalme-se! Libório está fatigado, enfermo! Ajudemo-lo a repousar!...
A interlocutora não lhe suportou o olhar doce e benigno e, longe de reconhecer a prestimosa médium do grupo a que se associara, enceguecida de ciúme, gritou para o enfermo palavras amargas, que não seria licito reproduzir, e abandonou o recinto, em desabalada carreira.
Libório mostrou evidente contrariedade. Áulus, contudo, aplicou-lhe passes, restituindo-lhe a calma.
Em seguida, o Assistente nos disse, amorável:
- Como vemos, a Bondade Divina é tão grande que até os nossos sentimentos menos dignos são aproveitados em nossa própria defesa. O despeito da visitante, encontrando Celina junto do enfermo, dar-nos-á tréguas valiosas, de vez que teremos algum tempo para auxiliá-lo nas reflexões necessárias. Quando acordar no corpo carnal, pela manhã, nossa pobre amiga lembrar-se-á vagamente de haver sonhado com Libório, ao lado de uma companheira, pintando um quadro de impressões a seu bel-prazer, porqüanto cada mente vê nos outros aquilo que traz em si mesma.
Abelardo estava satisfeito. Acariciava o doente, antevendo-lhe as melhoras.
Hilário, semi-espantado, considerou:
- O que me assombra é reconhecer o serviço incessante por toda a parte. Na vigilia e no sono, na vida e na morte...
"
Também existe a obsessão entre encarnados. Esta pode ocorrer durante a vigília e também durante o sono físico.
A causa de tais perseguições podem variar entre paixão não correspondida, vingança, inveja e até ciúme.
11. Possessão  
Allan Karde define a possessão no livro A Gênese:
"Na obsessão, o Espírito atua exteriormente, com a ajuda do seu perispírito, que ele identifica com o do encarnado, ficando este afinal enlaçado por uma como teia e constrangido a proceder contra a sua vontade. Na possessão, em vez de agir exteriormente, o Espírito atuante se substitui, por assim dizer, ao Espírito encarnado; toma-lhe o corpo para domicílio, sem que este, no entanto, seja abandonado pelo seu dono, pois que isso só se pode dar pela morte. A possessão, conseguintemente, é sempre temporária e intermitente, porque um Espírito desencarnado não pode tomar definitivamente o lugar de um encarnado, pela razão de que a união molecular do perispírito e do corpo só se pode operar no momento da concepção. (Cap. XI, nº 18. )De posse momentânea do corpo do encarnado, o Espírito se serve dele como se seu próprio fora: fala pela sua boca, vê pelos seus olhos, opera com seus braços, conforme o faria se estivesse vivo. Não é como na mediunidade falante, em que o Espírito encarnado fala transmitindo o pensamento de um desencarnado; no caso da possessão é mesmo o último que fala e obra; quem o haja conhecido em vida, reconhece-lhe a linguagem, a voz, os gestos e até a expressão da fisionomia.
....
Quando é mau o Espírito possessor, as coisas se passam de outro modo.Ele não toma moderadamente o corpo do encarnado, arrebata-o, se este não possui bastante força moral para lhe resistir. Fá-lo por maldade para com este, a quem tortura e martiriza de todas as formas, indo ao extremo de tentar exterminá-lo, já por estrangulação, já atirando-o ao fogo ou a outros lugares perigosos. Servindo-se dos órgãos e dos membros do infeliz paciente, blasfema,injuria e maltrata os que o cercam; entrega-se a excentricidades e a atos que apresentam todos os caracteres da loucura furiosa.São numerosos os fatos deste gênero, em diferentes graus de intensidade, e não derivam de outra causa muitos casos de loucura. Amiúde, há também desordens patológicas, que são meras conseqüências e contra as quais nada adiantam os tratamentos médicos, enquanto subsiste a causaoriginária. Dando a conhecer essa fonte donde provém uma parte das misériashumanas, o Espiritismo indica o remédio a ser aplicado: atuar sobre o autor domal que, sendo um ser inteligente, deve ser tratado por meio da inteligência.
"
No livro Missionários da Luz temos um exemplo de Possessão.
"... passei a observar a senhora, ainda jovem, que se mostrava sob irritação forte, no recinto, preocupando os amigos encarnados. Diversos perseguidores, invisíveis à perquirição terrestre, mantinham-se ao lado dela, impondo-lhe terríveis perturbações, mas de todos eles sobressaia um obsessor infeliz, de maneiras cruéis. Colara-se-lhe ao corpo, em toda a sua extensão, dominando-lhe todos os centros de energia orgânica. Identificava a luta da vitima, que buscava resistir, quase inutilmente. Meu bondoso orientador percebeu-me a estranheza e explicou:
- Este, André, representa um caso de possessão completa.
E, dirigindo-se ao intérprete que argumentava momentos antes, recomendou-lhe estabelecer ligeiro diálogo com o perseguidor temível, para que eu ajuizasse quanto ao assunto.
Sentindo-se tocado pela destra carinhosa do nosso companheiro, o infortunado gritou:
- Não! Não! Não me venha ensinar o caminho do Céu! Conheço minha situação e ninguém pode deter o meu braço vingador!...
- Não desejamos forçá-lo, meu irmão - acentuou o amigo com serenidade evangélica -, tranqüilize-se! Enquanto alimentar propósitos de vingança, será castigado por si mesmo. Ninguém o molesta, senão a própria consciência; as algemas que o prendem à inquietude e à dor foram fabricadas pelas suas próprias mãos!
- Nunca! - bradou o desventurado - nunca! E ela? O Fez acompanhar a pergunta de horrível expressão e continuou:
- O senhor que prega a virtude justifica a escravidão de homens livres? Acredita no direito de construir senzalas para humilhar os filhos do mesmo Deus? Esta mulher foi perversa para nós todos. Além de meu esforço vingador, vibram de ódio outros corações que não a deixam descansar. Persegui-la-emos onde for.
Esboçou um gesto sinistro e prosseguiu:
- Por simples capricho, ela vendeu minha esposa e meus filhos! Não é justo que sofra até que mos restitua? Será crível que Jesus, o Salvador por excelência, aplaudisse o cativeiro?
O nosso intérprete, muito calmo, obtemperou: - O Mestre não aprovaria a escravidão; contudo, meu amigo, recomendou-nos o perdão recíproco, sem o qual nunca nos desvencilharemos do cipoal de nossas faltas. Qual de nós, antigos hóspedes da carne, conseguirá exibir um passado sem crimes? Neste momento, seus olhos revelam a culpa de uma irmã infeliz. Sua alma, entretanto, meu irmão, permanece desvairada pelo furacão da revolta. Sua memória está conseqüentemente desequilibrada e ainda não pode reapossar-se das lembranças totais que lhe dizem respeito. Não lhe sendo possível recordar o pretérito, com exatidão, não seria mais razoável esperar, em seu caso, pelo Justo Juiz? Como julgar e executar alguém, pelas próprias mãos, se ainda não pode avaliar a extensão dos seus próprios débitos?
O revoltado parecia chocar-se ante os argumentos ouvidos, mas, longe de capitular em sua posição de perseguidor, respondeu asperamente:
- Para os mais fracos, suas observações serão valiosas. Não para mim, porém, que conheço as sutilezas dos pregadores de sua esfera. Não abandonarei meus propósitos. Minha situação não se resolverá com simples palavras.
Nosso companheiro, compreendendo O endurecimento do antagonista e apiedando-se-lhe da ignorância, continuou, em tom fraterno:
- Não se trata de sutileza e sim de bom senso. Aliás, não desejo retirar-lhe as razões de natureza individualista, mesmo porque vigorosos laços unem-lhe a influenciação à mente da vitima. Entretanto, apelo para os sentimentos nobres que ainda vibram em seu coração, fazendo-lhe reconhecer que, sem as desculpas recíprocas, não liquidaremos nossos débitos. Em geral, o credor exigente é cego para com os próprios compromissos. A sua reclamação, na essência, deve ser legitima; no entanto, é estranhável o seu processo de cobrança, no qual não descubro qualquer vantagem, visto que suas atividades de vingador, além de aprofundar suas chagas intimas, tornam-no antipático aos olhos de todos os companheiros.
Ferido talvez, mais fundamente, em sua vaidade, o obsessor calou-se, enquanto o intérprete se voltava para nós outros, indagando de meu orienta dor quanto à conveniência de ajudar-se magneticamente ao infeliz, a fim de que as reminiscências dele pudessem abranger alguns quadros do passado distante.
Alexandre, todavia, considerou:
- Não seria oportuno dilatar-lhe as lembranças. Não conseguiria compreender. Antes de maior auxílio ao seu entendimento, é necessário que sofra. Aproveitando a pausa mais longa que se fizera entre todos, observei detidamente a pobre obsidiada. Cercada de entidades agressivas, seu corpo tornara-se como que a habitação do perseguidor mais cruel. Ele ocupava-lhe o organismo desde o crânio até os pés, impondo-lhe tremendas reações em todos os centros de energia celular. Fios tenuissimos, mas vigorosos, uniam-nos ambos, e, ao passo que o obsessor nos apresentava Um quadro psicológico de satânica lucidez, a desventurada mulher mostrava aos colaboradores encarnados a imagem oposta, revelando angústia e inconsciência.
- «Salvem-me do demônio! Salvem-me do demônio! - gritava sem cessar, comovendo os companheiros em torno da mesa humilde - oh! Meu Deus, quando terminará meu suplicio?»
Olhos desmesuradamente abertos, como a fixar os inimigos invisíveis à observação comum, bradava angustiosamente, após ligeiros instantes de silêncio: - «Chegaram todos do inferno! Estão aqui! Estão aqui! Ai! Ai!»
Seus gemidos semelhavam-se a longos silvos estertorosos.
Atendendo-me à expectação, esclareceu o instrutor:
- Esta jovem senhora apresenta doloroso caso de possessão. Desde a infância, era perseguida pelos adversários tenazes de outro tempo. Na vida de solteira, porém, no ambiente de proteção dos pais, ela conseguiu, de algum modo, subtrair-se à integral influenciação dos inimigos persistentes, embora Lhes sentisse a atuação de maneira menos perceptível. Sobrevindo, no entanto, as responsabilidades do matrimônio, em que, na maioria das vezes, a mulher recebe maior quinhão de sacrifícios, não pôde mais resistir. Logo após o nascimento do primeiro filhinho, caiu em prostração mais intensa, oferecendo oportunidade aos desalmados perseguidores e, desde então, experimenta penosas provas.
"

Obsessão Sexual

A obsessão pelo sexo não é muito diferente das outras formas que estudamos, contudo, devido ao imenso sofrimento que o sexo desvirtuado impõe aos espíritos encarnados e desencarnados, decidimos criar um tópico para aprofundar esse tema.
A obsessão sexual geralmente se inicia através do desvio de comportamento sexual da vítima, que com isso abre brechas para que os obsessores se aproximem e comecem a "preparar o terreno" para vampirização e exploração.
Vamos definir superficialmente "desvio de comportamento sexual": Não engloba somente aquele que pratica atos desequilibrados, PENSAMENTOS extremamente sensuais são alimento para atrair a atenção dos obsessores, que tudo farão para estimular os seus desejos não tão secretos (lembre que os espíritos tem acesso aos nossos pensamentos).
Um ponto importante na obsessão sexual é que nem sempre existem vínculos criados em vidas anteriores, às vezes o obsessor conhece a sua vítima em algum local por ele freqüentado, havendo sintonia entre os dois começa o assédio do obsessor, que encontra livre acesso nas mentes desguarnecidas de pensamentos elevados.
Por isso é muito importante tomar cuidado com o lugar que se freqüenta e caso não seja possível evitar a visita é bastante prudente entrar em prece. Todos os lugares onde a energia sensual é dominante existem obsessores sexuais SEDENTOS por absorverem as sensações dos encarnados.
Podemos citar os motéis, boates onde se pratica o streaptease ou relações sexuais ao vivo, prostíbulos e também boates (o tipo de obsessor que vamos encontrar nas boates depende do tipo de vibração emitida por seus freqüentadores).
André Luiz no livro Sexo e Destino tem um ótimo exemplo do vampirismo sexual:
"Saiba você que na quinta noite de minha permanência aqui, notando Beatriz em aguda crise de sofrimento, diligenciei buscar meu genro para assisti-la em pessoa... E sabe onde o encontrei?
Nada de escritório, segundo a falsa informação que deixara em casa. Indignado, fui surpreendê-lo numa furna penumbrosa, em plena madrugada, junto da menina que você acaba de conhecer. Os dois unidos, qual marido e mulher. Champanha correndo e música lasciva. Entidades perturbadoras e perturbadas, jungidas ao corpo dos bailarinos, enquanto outras iam e vinham, a se inclinarem sobre taças, cujo conteúdo lábios entediados não haviam conseguido sorver totalmente.
Em recanto multicolorido, onde algumas jovens exibiam formas semi-nuas em coleios esquisitos, vampiros articulavam trejeitos, completando, em sentido menos digno, os quadros que o mau-gosto humano pretendia apresentar, em nome da arte.Tudo rasteiro, impróprio, inconveniente..."
A leitura constante de revistas pornográficas e vídeos pornôs também estimula os pensamentos desvirtuados do sexo, atraindo os obsessores que se afinizam com essas vibrações. Vemos que o principal alimento da obsessão sexual é o padrão vibratório e o tipo de pensamento e ações realizadas pelo encarnado.
O obsessor funciona com estopim, estimulando cada vez mais a degradação moral do encarnado e fazendo o possível para que ele nunca esteja satisfeito.
Carlos Torres Pastorino fala um pouco mais sobre a obsessão sexual no livro Técnicas da Mediunidade:
"Atingido através do chakra fundamental, que corresponde ao períneo do corpo astral, isto é, que fica localizado entre o ânus e os órgãos genitais.
Ligam-se aí os obsessores de vibração sexual e aqueles que além de absorverem a vitalidade
pelo chakra esplênico, sugando o prâna do baço, conseguem dobrar essa ligação com o fundamental, para extraírem energia vital das gônadas.
As vítimas desses obsessores tornam-se altamente sexuais e sensuais, insaciáveis nesse
campo, e sem qualquer freio que as retenha diante da satisfação entrevista para seus desejos
exacerbados ...
De modo geral as formas astrais desses espíritos é animalesca: larvas, lagartas,
aranhas, serpentes e até, quando em reuniões grupais, polvos. O movimento constante
dessas formas causa comichão nas partes sexuais, no ânus ou na vagina, onde penetram
para satisfazer-se. E essa movimentação leva a vítima a paroxismos de excitação nervosa,
que vai causar-lhe, com o tempo, profundo, mórbido e por vezes irreparável esgotamento
físico e nervoso, por uma irritabilidade constante e crônica ...
E é oportuno observar que muitos casos de homossexualismo (em ambos os sexos) se
deve a esse tipo de obsessão que, pela atuação continuada, desvia a sensibilidade dos canais
normais para outros setores, forçando a vítima a buscar satisfação por meios contrários à natureza..
"
Muitas vítimas da obsessão sexual são atraídas durante o sono físico para colônias no plano astral inferior, onde os verdugos estimulam a alienação do obsediado, ampliando cada vez mais o seu controle sobre a vítima.
No livro Sexo e Obsessão, de Divaldo Franco, pelo espírito Manoel Miranda encontramos a seguinte referência a essa prática:
"- Os seus adversários espirituais encharcam-no de idéias pervertidas e desejos lúbricos insaciáveis, devairando-o. Fixando-se-lhe nos painéis mentais, telecomandam-no a distância, e quando se desprende pelo sono físico é atraído ou arrebatado para os sítios de vergonha e depravação, nos quais mais se acentuam os desbordamentos da paixão insana... "
Na colônia do astral inferior ele relata os seguintes acontecimentos:
"Num dos quadros dantescos, pudemos defrontar diversos Espíritos reecarnados, que seguiam jugulados aos seus algozes, prsos a coleiras com se fossem felinos esfaimados, babando ante o espetáculo que lhes aguçava os instintos grosseiros. ...
Figuras estranhas, com aspecto semelhante aos antigos seres mitológicos do panteão greco-romano, confundiam-se com muitos outros indivíduos extravagantes em complexas simbioses de vampirismo, carregando-se uns aos outros, acompanhando freneticamente um desfile de carros alegóricos...".
 http://www.grupopas.com.br/cadastroColuna/mostraArtigoColuna.do?id=141

do Vício

Os vampiros do vício são almas extremamente torturadas pelo vício que não conseguiram superar após a morte, seja ele fumo, álcool, sexo, drogas, etc.
Como não possuem mais o corpo físico, eles utilizam os encarnados viciados, "acoplando-se" a eles em simbioses energéticas, onde absorvem parcialmente as emanações etéricas e astrais do vício degradante executado pelo encarnado.
Esses obsessores só deixam a vítima quando ela já não serve mais para o seu vício. Fazem de tudo para que ela não largue a sua rotina de desregramento, não tendo a menor compaixão pelas conseqüências físicas, emocionais e espirituais geradas a médio e longo prazo.
Os obsessores se acham donos do seu "caneco espiritual" e não é incomum mais de um obsessor se utilizar do viciado, o grupo porém é restrito.
O encarnado muitas vezes deseja sinceramente largar o vício, mas tem que lutar duas batalhas, uma contra si e outra contra os obsessores, que através das ligações fluídicas já consolidadas, estimulam o viciado.
Os obsessores não se utilizam somente de estímulos internos para o vício, também é comum eles atrapalharem a vida da sua vítima para irritá-lo, desarmonizando-o e com isso estimulando o seu vício, fazendo parecer a única coisa que vale a pena, pois todo o resto dá errado.
Em A Vida Além da Matéria, Hercílio Maes pelo Espírito Ramatís encontramos o seguinte trecho:
"Os espíritos malfeitores, desencarnados, por lhes faltar o corpo físico, vivem sempre acicatados pelos desejos inferiores da matéria, os quais não podem ser saciados no Mundo Astral. Então, procuram saciar-se de seus vícios e desregramentos buscando apoderar-se de criaturas desprotegidas, a fim de transformarem-nas em verdadeiras “ponte-vivas” e assim conseguirem o meio de se fartar nos seus desejos mórbidos e desregrados. Utilizando processos e ciladas diabólicas, eles esgotam a vitalidade das infelizes criaturas que imprudentemente lhes caem sob o jugo satânico.... A energia do Mundo Astral é vigoroso multiplicador da freqüência vibratória do perispírito liberto da carne. Por isso, enquanto as almas elevadas centuplicam suas emoções dignas e mais se elevam aos planos angélicos, os espíritos inferiores sentem os seus desejos torpes ainda mais superexcitados..."
No Mundo Maior, Chico Chavier, pelo espírito André Luiz
"Antídio, doente e desventurado, a despeito das condições precárias, reclamava um copinho, sempre mais um copinho, que um rapaz de serviço trazia, obediente. Tremiam-lhe os membros, denunciando-lhe o abatimento. Álgido suor lhe escorria da fronte e, de vez em quando, desferia gritos de terror selvagem. Em derredor, quatro entidades embrutecidas submetiam-no aos seus desejos. Empolgavam-lhe a organização fisiológica, alternadamente, uma a uma, revezando-se para experimentar a absorção das emanações alcoólicas, no que sentiam singular prazer. Apossavam-se particularmente da "estrada gástrica", inalando a bebida a volatilizar-se da cárdia ao piloro.
A cena infundia angústia e assombro.
Estaríamos diante de um homem embriagado ou de uma taça viva, cujo conteúdo sorviam gênios satânicos do vicio?
O infortunado Antídio trazia o estômago atestado de liquido e a cabeça turva de vapores.
Semidesligado do organismo denso pela atuação anestesiante do tóxico, passou a identificar-se mais intimamente com as entidades que o per seguiam.
Os quatro infelizes desencarnados, a seu turno, tinham a mente invadida por visões terrificantes do sepulcro que haviam atravessado como dipsomanlacos. Sedentos, aflitos, traziam consigo imagens espectrais de víboras e morcegos dos lugares sombrios onde haviam estacionado.
Entrando em sintonia magnética com o psiquismo desequilibrado dos vampiros, o ébrio começou a rogar, estentôreamente:
- Salve-me! salve-me, por amor de Deus!
E indicando as paredes próximas, bradava sob a impressão de indefinível pavor:
- Oh! os morcegos!... os morcegos! afugentem-nos, detenham-nos...! Piedade! quem me livrará! Socorro! Socorro!...
Dois senhores, também obnubilados pelo vinho, aproximaram-se, espantados. Um deles, porém, tranquilizou o outro, dizendo:
- Nada de mais. É o Antídio, de novo. Os acessos voltaram. Deixemo-lo em paz.
Enquanto isso, o desditoso ébrio continuava bradando:
- Ai! ai! uma cobra... aperta-me, sufoca-me... Que será de mim? Socorro!
As entidades perturbadoras timbravam nas atitudes sarcásticas; gargalhavam de maneira sinistra. Ouvia-as o infeliz, a lhe ecoarem no fundo do ser, e gritava, tentando investir, embora cambaleante, os algozes invisíveis: 
"
Nos Domínios da Mediunidade – Capitulo 15 – Forças Viciadas
" Achava-se o pobre amigo abraçado por uma entidade da sombra, qual se um polvo estranho o absorvesse.
Num átimo, reparamos que a bebedeira alcançava os dois, porqüanto se justapunham completamente um ao outro, exibindo as mesmas perturbações.
...
Junto de fumantes e bebedores inveterados, criaturas desencarnadas de triste feição se demoravam expectantes.
Algumas sorviam as baforadas de fumo arremessadas ao ar, ainda aquecidas pelo calor dos pulmões que as expulsavam, nisso encontrando alegria e alimento. Outras aspiravam o hálito de alcoólatras impenitentes.
Indicando-as, informou o orientador:
- Muitos de nossos irmãos, que já se desvencilharam do vaso carnal, se apegam com tamanho desvario às sensações da experiência física, que se cosem àqueles nossos amigos terrestres temporariamente desequilibrados nos desagradáveis costumes por que se deixam influenciar.
- Mas por que mergulhar, dessa forma, em prazeres dessa espécie?
- Hilário - disse o Assistente, bondoso -, o que a vida começou, a morte continua... Esses nossos companheiros situaram a mente nos apetites mais baixos do mundo, alimentando-se com um tipo de emoções que os localiza na vizinhança da animalidade. Não obstante haverem freqüentado santuários religiosos, não se preocuparam em atender aos princípios da fé que abraçaram, acreditando que a existência devia ser para eles o culto de satisfações menos dignas, com a exaltação dos mais astuciosos e dos mais fortes. O chamamento da morte encontrou-os na esfera de impressões delituosas e escuras e, como é da Lei que cada alma receba da vida de conformidade com aquilo que dá, não encontram interesse senão nos lugares onde podem nutrir as ilusões que lhes são peculiares, porqüanto, na posição em que se vêem, temem a verdade e abominam-na, procedendo como a coruja que foge à luz.
"
Sexo e Destino – Francisco Candido Xavier e Waldo Vieira – Álcool
"Detínhamo-nos, curiosos, na inspeção, quando sobreveio o inopinado.
Diante de nós, ambos os desencarnados infelizes, que surpreendêramos à entrada, surgiram de repente, abordaram Cláudio e agiram sem-cerimônia.
Um deles tateou-lhe um dos ombros e gritou, insolente:
— Beber, meu caro, quero beber!
A voz escarnecedora agredia-nos a sensibilidade auditiva. Cláudio, porém, não lhe pescava o mínimo som. Mantinha-se atento à leitura. Inalterável. Contudo, se não possuía tímpanos físicos para qualificar a petição, trazia na cabeça a caixa acústica da mente sintonizada com o apelante.
O assessor inconveniente repetiu a solicitação, algumas vezes, na atitude do hipnotizador que insufla o próprio desejo, reasseverando uma ordem.
O resultado não se fez demorar. Vimos o paciente desviar-se do artigo político em que se entranhava. Ele próprio não explicaria o súbito desinteresse de que se notava acometido pelo editorial que lhe apresara a atenção.
Beber! Beber!...
Cláudio abrigou a sugestão, convicto de que se inclinava para um trago de uísque exclusiva-mente por si.
O pensamento se lhe transmudou, rápido, como a usina cuja corrente se desloca de uma direção para outra, por efeito da nova tomada de força.
Beber, beber!... e a sede de aguardente se lhe articulou na idéia, ganhando forma. A mucosa pituitária se lhe aguçou, como que mais fortemente impregnada do cheiro acre que vagueava no ar.
O assistente malicioso coçou-lhe brandamente os gorgomilos. O pai de Marina sentiu-se apoquentado. Indefinível secura constringia-lhe o laringe. Ansiava tranqüilizar-se.
O amigo sagaz percebeu-lhe a adesão tácita e colou-se a ele. De começo, a carícia leve; depois da carícia agasalhada, o abraço envolvente; e depois do abraço de profundidade, a associação recíproca.
...
Cláudio-homem absorvia o desencarnado, a guisa de sapato que se ajusta ao pé. Fundiram-se os dois, como se morassem eventualmente num só corpo. Altura idêntica. Volume igual.Movimentos sincrônicos. Identificação positiva.
Levantaram-se a um tempo e giraram integralmente incorporados um ao outro, na área estreita, arrebatando o delgado frasco.
Não conseguiria especificar, de minha parte, a quem atribuir o impulso inicial de semelhante gesto, se a Cláudio que admitia a instigação ou se ao obsessor que a propunha.
A talagada rolou através da garganta, que se exprimia por dualidade singular.
Ambos os dipsômanos estalaram a língua de prazer, em ação simultânea.
Desmanchou-se a parelha e Cláudio, desembaraçado, se dispunha a sentar, quando o outro colega, que se mantinha a distância, investiu sobre ele e protestou:
«eu também, eu também quero!
Reavivou-se-lhe no ânimo a sugestão que esmorecia..
Absolutamente passivo diante da incitação que o assaltava, reconstituiu, mecanicamente, a impressão de insaciedade.
Bastou isso e o vampiro, sorridente, apossou-se dele, repetindo-se o fenômeno da conjugação completa
."
Sexo e Destino - Alimentação
Moreira, que não mais me assinalava a presença, instalara-se na cadeira de Cláudio e com Cláudio, de tal modo, que, certo, se alimentava tão claramente quanto ele, através de um dos numerosos processos em que se catalogam as ações da osmose fluidica.

Tratamento
Outro caso bastante complexo de solução, pois em corpo astral o viciado sofre mais pela abstinência do que quando encarnado, sua angustia não tem o corpo físico para abrandar o impacto das violentas sensações da falta do elemento viciante.
Para se desligar desse tipo de obsessão é necessária muita força de vontade, pois enquanto existir o vício ali estará o irmão obsessor.
Se os irmãos espirituais desligarem o obsessor e o encarnado continuar com seu vício, então outro obsessor se aproximará. Não tem outra opção além de largar o vício.
É por esse motivo que os procedimentos executados pelos irmãos espirituais são lentos e graduais, pois tem como objetivo a recuperação de todos que estão envolvidos.
Sem dúvida nenhuma a mudança tem que se iniciar no espírito encarnado, para aos poucos influenciar seus obsessores. A partir desse momento os instrutores espirituais podem começar a agir e iniciar todo o processo de recuperação do grupo.
Sem a modificação do encarnado a chance de sucesso é quase nula.
Fumo, álcool, sexo e drogas estão entre os vícios que mais arrastam encarnados e desencarnados para o sofrimento, contudo, não são os únicos, qualquer vício está sujeito à obsessão.
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