sexta-feira, 17 de outubro de 2014

kiumbas usados em demandas

Notem bem, que um Kiumba, ser trevoso e inteligente, somente atuará na vida de alguém, se esta pessoa for concomitante com ele, em seus atos e em sua vida. Os afins se atraem.
O médium disciplinado, doutrinado e evangelizado, jamais será repasto vivo dessas entidades. Lembre-se que o astral superior é sabedor e permite esse tipo de atuação e vibração para que o médium acorde e reavalie seus erros, voltado à linha justa de seu equilíbrio e iniciação.
Como os Kiumbas são inteligentes, quando atuam sobre um médium, se fazendo passar por um Guardião, e imediatamente assumem um nome, que jamais será os mesmos dos Guardiões de Lei, pois são sabedores da gravidade do fato, pois quando assumirem um nome exotérico ou cabalístico iniciático de um verdadeiro Guardião, imediatamente e severamente serão punidos.
Por isso vemos, infelizmente, em muitos médiuns, esses irmãos do baixo astral incorporados, mas é fácil identificá-los. Vamos lá:Como identificar um Kiumba incorporado
O que infelizmente observamos na mediunidade de muitos é a abertura para a atuação dos verdadeiros Kiumbas, se fazendo passar por Exus, Pombas Gira ou mesmo Guias Espirituais, trazendo desgraças na vida do médium e de todos que dele se acercam.

• Pelo modo de se portarem: são levianos, indecorosos, jocosos, pedantes, ignorantes, maledicentes, fofoqueiros e sem classe nenhuma;
• Quando incorporados: machões, com deformidades contundentes, carrancudos, sem educação, com esgares horrorosos e geralmente olhos esbugalhados. Muitos se portam com total falta de higiene, babando, rosnando, se arrastando pelo chão, comendo carnes cruas, pimentas, ingerindo grandes quantidades de bebidas alcoólicas, fumando feito um desesperado, ameaçando a tudo e a todos. Geralmente ficam com o peito desnudo (isso quando não tiram à roupa toda); utilizam imensos garfos pretos nas mãos.
• Geralmente, nos ambientes em que predominam a presença de Kiumbas, tudo é encenação, fantasia, fofoca, libertinagem, feitiçaria pra tudo, músicas (pontos) ensurdecedoras e desconexas, nos remetendo a estarmos presentes num grande banquete entre marginais e pessoas de moral duvidosa.
• Nesses ambientes, as consultas são exclusivamente efetuadas para casos amorosos, políticos, empregatícios, malandragem, castigar o vizinho, algum familiar, um ex-amigo, o patrão, etc. Os atendimentos são preferenciais, dando uma grande atenção aos marginais, traficantes, sonegadores, estelionatários, odiosos, invejosos, pedantes, malandros, alcoólatras, drogados, etc., sempre incentivando, e dando guarida a tais indivíduos, procedendo a fechamento de corpos, distribuindo “patuás e guias” a fim de protegê-los. Com certeza, neste ambiente estará um Kiumba como mentor.
• Certamente será um Kiumba, quando este pedir o nome de algum desafeto para formular alguma feitiçaria para derrubá-lo ou destruí-lo.
• Os Kiumbas costumam convencer as pessoas de que são portadoras de demandas, magias negras, feitiçarias, olhos gordos, invejas, etc. inexistentes, sempre dando nome aos bois, ou seja, identificando o feitor da magia negra, geralmente um inocente (parente, amigo, pai de santo, etc.) para que a pessoa fique com raiva ou ódio, e faça um contra feitiço, a fim de pretender atingir o inocente para derrubá-lo. Agindo assim, matam dois coelhos com uma cajadada só: afundam ainda mais o consulente incauto que irá criar uma condição de antipatia pelo pretenso feitor da magia, e pelo inocente que pretendem prejudicar.
 Os Kiumbas invariavelmente exigem rituais disparatados, e uma oferenda atrás da outra, todas regadas a muita carne crua, bebidas alcoólicas, sangue e outros materiais de baixo teor vibratório. Atentem bem, que sempre irão exigir tais oferendas constantemente, a fim de alimentarem suas sórdidas manipulações contra os da Luz, e sempre efetuadas nas ditas encruzilhadas de rua ou de cemitério, morada dos Kiumbas.
• Pelo modo de falarem: impróprio para qualquer ambiente (impropérios); É impressionante como alguém pode se permitir ouvir palavrões horrorosos, a guiza de estarem diante de uma pretensa entidade a trabalho da luz.
• Pelas vestimentas: são exuberantes, exigentes e sempre pedem dinheiro e jóias aos seus médiuns e consulentes.
·         Os Kiumbas incitam a luxúria, incentivam às traições conjugais, as separações matrimonias e geralmente quando incorporados, gostam de terem como cambonos, alguém do sexo oposto do médium, geralmente mais novos e bonitos (imaginem o que advirá disso tudo).
·         Os Kiumbas, nos atendimentos, gostam de se esfregarem nas pessoas, geralmente passando as mãos do médium pelo corpo todo do consulente, principalmente nas partes pudentas.
·         Os Kiumbas incorporados conseguem convencer algumas consulentes, que devem fazer sexo com ele, a fim de se livrarem de possíveis magias negras que estão atrapalhando sua vida amorosa. E ainda tem gente que cai nessa.
·         Se for uma Kiumba, mesmo incorporadas em homens, costumam alterar o modo de se portarem, fazendo com que o homem fique com trejeitos femininos e escrachados. Costumam também travestir o médium (homem) com roupas femininas com direito a maquiagem e bijuterias.
·         Os Kiumbas atendem a qualquer tipo de pedido, o que um Guia Espiritual ou um Guardião de Lei jamais fariam. Ao contrário, eles bem orientariam o consulente ou o seu médium, da gravidade e das conseqüências do seu pedido infeliz.
·         Os Kiumbas (e só os Kiumbas) adoram realizar trabalhos de amarração, convencendo todos de que tais trabalhos são necessários e que trarão a pessoa amada de volta (ledo engano quem assim pensa). Esquecem-se de que existe uma Lei Maior que a tudo vê e a tudo provê. Se fosse assim tão fácil “amarrar” alguém, certamente não existiriam tantos solteiros por este país afora.
·         Os Kiumbas fazem de um tudo para acabar com um casamento, um namoro, uma família, incitando as fofocas, desuniões e magias negras.
·         No caso de Kiumbas se passando por um Guia Espiritual ou mesmo um Guardião, geralmente utilizam de nomes exdrúluxos, indecorosos e horrorosos, remetendo a uma condição inferior (os nomes que daremos são do nosso conhecimento. Não é invenção da nossa parte. Veja como a coisa é grave).

OBSESSÃO, DESOBSESSÃO NA UMBANDA? SINTOMAS DA OBSESSÃO

A Desobsessão é uma prática antiga em muitas religiões, próxima ao exorcismo católico, bem diferente do que mostra os filmes de terror, porém como mesmo propósito quebrar o elo que liga o encarnado com o espírito de baixa luz, existem alguns tipos de obsessões estas podem ser causadas por Trabalhos de Magia Negra, energias negativas, doenças, tristezas, depressão ou para médiuns de transporte um simples desequilíbrio áurico.

Os Espíritos que obsediam a pessoa podem ser vários por vários motivos, existe a interferência de espíritos de entes desencarnados ainda presos a pessoas, lugares e até sentimentos, um exemplo é um Pai que amava um filho e não aceita o desencarne pode obsediar seu filho. Nesses casos a desobsessão é simples pois o espírito aceita o desenlace porém o encarnado deve ser tratado pois ele pode criar laços atraindo este espírito novamente.


A Obsessão pode acontecer em médiuns próprios chamados “Médiuns de Transporte”, porém outros médiuns também podem ser obsediados por Espíritos denominados como sofredores, esses espíritos não buscam fazer o mal, buscam a luz e a Deus, procuram seu resgate através da influência nos encarnados essa desobsessão é a mais fácil, pois o espírito já está doutrinado e não a ligação afetiva com o encarnado.

Existe ainda a Obsessão de espíritos trevosos, também chamados de: Kiumbas, Barra-Ventos, Rabos de Encruza, Ganchos e em algumas são os “Demônios” esses espíritos são militantes do baixo astral, seu interesse são prejudicar o encarnado em troca de favores, oferendas ou um simples “Poder” é a desobsessão mais difícil, pois de debatem, não querem ser doutrinados, mostram um falso poder, pois a Luz sempre está acima das trevas. Esses espíritos gostam de causar medo, pois essa é uma das portas de entradas para sua atuação xingam, mentem, se mostram com formas horripilantes e animalescas, sempre com garras.

A Desobsessão na Umbanda acontece com a incorporação do espírito que está obsediando, um médium preparado com a guarda da sua entidade de luz se liga auricamente. É imprescindível o mínimo de três médiuns para a desobsessão sendo que no mínimo um da passagem pro espírito obsessor, um doutrina e o outro fica na guarda espiritual. A Maioria sempre tem que ficar na guarda nunca incorporado com obsessores. A Obsessão só pode ser conduzida por um médium muito capacitado para tal trabalho, é o trabalho mais perigoso espiritualmente.

O Médium que da passividade ao espírito obsessor deve seguir algumas orientações:

- Nunca se entregue totalmente procure se resguardar energeticamente

-Confie na entidade que comanda o ritual e não interfira.

-Ore para a iluminação e condução do espírito

-Não se Ligue Mentalmente ao Espírito.

- Deixe sua mente no vazio não ouvindo ou dando importância a conversa.

-Procure ficar o menos tempo possível incorporado

-Ao desincorporar o obsessor é obrigatório que traga uma entidade de luz para que reequilibre sua aura. 



Se Você for o Médium de Segurança ou da Doutrinação siga algumas regras:



- Trate o Espírito com Respeito.

-Não queira mostrar força espiritual

-Faça o mais rápido possível

-Não faça perguntas de nomes, ou causas específicas, pois os espíritos mentem e podem causar problemas de relacionamentos futuros.

-Encaminhe-os com calma aos espíritos de luz.

-Não se apavore mesmo que demore a luz sempre vencerá.



A Desobsessão na Umbanda acontece com o espírito já preso é só encaminhá-lo a luz. Agora irei apresentar alguns sintomas que a obsessão causa:

- Insônia, Tonturas e Desmaios freqüentes

-Pesadelos corriqueiros

-Sentimento de estar sempre seguido

-Peso no Pescoço, Ombros e Braços. (No Banho Melhora)

-Troca de humor freqüente, irritabilidade

-Vontade de praticar violências contra os outros e a você mesmo

-Vontade de Suicidar-se.

-Alcoolismo, Drogas.

Demanda Seu significado, efeitos, consequências e prevenção

A demanda é sempre o objeto de uma irradiação de fluídos que podem ser frutos de mal vindo de pessoas ou grupos adversos, envoltos e tomados por raivas, rancores, mágoas, inveja, ciúmes, mas principalmente motivados pela vingança e pelo ódio, sentimentos que ocupam de tal forma a mente, o coração e o próprio espírito, tornando obcecada a pessoa que deles se deixar influenciar.
O sentimento de vingança e ódio arrebata e concentra espíritos inferiores que se alimentam e se satisfazem com esta sensação nefasta, fazendo com que a mesma se intensifique e fortaleça ainda mais este domínio sobre o espírito e a mente, tornando-o cada vez mais dependente e doentio. É neste estágio de força maligna mancomunada que são idealizados os despachos, fazendo uso de objetos e alimentos característicos e necessários aos espíritos das sombras o que denominamos espíritos ou Exus do mal.
As pessoas ou grupos tomados por esta força maligna irradiam de forma muito intensa e negativa fluídos para atingir aqueles que são alvos de sua ira. Quando estas pessoas, alvo do mal emanado, encontram-se fragilizados, desatentos ou não possuem uma defesa vinda de uma corrente espiritual forte e consistente são atingidas de tal forma que causam verdadeiros desastres de ordem material, mental, física que pode estender-se a suas famílias ou mesmo aqueles mais próximos, visto que também é uma maneira de causar sofrimentos e infortúnios ainda maiores. É neste momento de fragilidade e baixa defesa que se impõe a demanda, ocupando as frestas abertas que dão vazão para que o mal possa atingi-lo em seu ponto de maior vulnerabilidade. Na retaguarda deste fecho de negatividade, vingança e violência, seguem os espíritos inferiores para fazerem garantir que o mal irradiado tome o maior efeito possível. Alguns destes espíritos inferiores são chamados através de oferendas para auxiliarem na realização desta encomenda do mal, mas em muitos casos os espíritos malignos vêem de vidas passadas no encalço destas pessoas, estimulados pela vingança ou mesmo cobrança de dívidas que no entender deles não foram pagas. Vale lembrar que outra forma de exposição aos efeitos das demandas é a sintonia que se estabelece através de pensamentos negativos, momentos de instabilidade emocional vindos do resultado de discórdias, rancores e outros estados de desequilíbrio da mente e do espírito.
O efeito da demanda também se dá a partir de pensamentos dirigidos a uma pessoa de forma intensa e constante no desejo forte e na forma de uma transferência de sentimentos ruins de toda ordem, com o objetivo de causar dor e sofrimento a seu semelhante ou de forma a impedir que algo não tenha êxito ou mesmo não aconteça.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Receita do Chá Cigano

Receita do Chá Cigano - Tcháyo Romano

Poderá ser usada a fruta da estação.

Água - purifica

Chá preto a granel ou saches - alimentar

Maça - Amor

Uva - Fertilidade

Damasco - Afrodísíaco

Limão - Afasta negatividade

Morango - Felicidade

Açucar ou Mel - União

Coloque 2 colheres de chá preto em 2 litros de água fervendo. Depois as frutas amassadas com o garfo.

Quando estiver pronto sirva em copo ou tigelas com as frutas.



Magia:

O ato de amassar as frutas deves ser feito em silêncio, enquanto você faz uma prece sincera.
O chá é uma combinação de elementos que nutrem e fortalece o espírito.
Em torno dele os ciganos se reúnem a fim de se refazerem da rotina e entreterem-se com boas conversas.

magias

 BANHO CIGANO PARA LIMPEZA ESPIRITUAL

Os ciganos revitalizam a sua energia utilizando, freqüentemente, banhos para a remoção de influências negativas. Por ser um povo de raiz nômade, seus banhos de limpeza incluem raízes e ervas, que no passado eles encontravam com facilidade em suas andanças e acampamentos.
 As folhas e frutos que eles extraíam da terra, adicionados à água recolhida diretamente dos ambientes naturais, eram usados em conjunto para a elaboração desses banhos energéticos.
 Eles sabem que a água tem uma notável capacidade de eliminar resíduos e bloqueios espirituais. E ao adicionarem folhas, raízes e frutas a esse líquido precioso que simboliza a vida, chegam à combinação ideal do banho que proporciona a restauração energética do nosso corpo físico.
 Vale lembrar que antigamente era bem mais fácil para todos nós, ciganos ou não, encontrarmos folhas verdes, frutas e raízes que eram extraídas da terra na hora. Na vida moderna isto é fato raro. Mas, podemos adquirir as ervas verdes nas feiras, supermercados, vendedores ambulantes e casas especializadas.

Abaixo apresento para vocês dois banhos ciganos poderosos para o restabelecimento de nossa energia. Os dias da semana ideais para o banho são: quinta-feira, dia regido por Júpiter, que traz boa sorte e sábado, dia regido pela força das águas.

BANHO DE MANJERICÃO

(para livrar-se da negatividade e aumentar nosso poder pessoal)
1 litro e meio de água mineral sem gás (1 garrafa)
1 molho inteiro de manjericão fresco

Colocar a água no fogo. Assim que levantar fervura, jogar o manjericão na panela, deixar cozinhar cerca de 3 minutos no máximo, abafar e desligar o fogo. Quando amornar, coar a erva numa bacia média e reservar as folhas. Depois do banho de higiene normal, com água e sabonete neutro, jogar lentamente, de preferência com uma caneca, o banho de manjericão já coado, da cabeça aos pés.
 Deixe secar naturalmente e vista uma roupa clara. Use a toalha apenas para tirar o excesso de água. Não saia mais de casa nesse dia. Aproveite para fazer uma oração ou meditação.
 No dia seguinte, jogue as ervas coadas num matinho, jardim ou aos pés de uma árvore.

BANHO DE ARRUDA

(para descarrego completo)
1 litro e meio de água mineral sem gás (1 garrafa)
1 galho grande de arruda
 Colocar a água no fogo. Assim que levantar fervura, jogar a arruda na panela, deixar cozinhar cerca de 3 minutos no máximo, abafar e desligar o fogo. Quando amornar, coar a erva numa bacia média e reservar as folhas. Depois do banho de higiene normal, com água e sabonete neutro, jogar lentamente, de preferência com uma caneca, o banho de arruda já coado, da cabeça aos pés.
 Deixe secar naturalmente e vista uma roupa clara. Use a toalha apenas para tirar o excesso de água. Não saia mais de casa nesse dia. Aproveite para fazer uma oração ou meditação.
 No dia seguinte, jogue as ervas coadas num matinho, jardim ou aos pés de uma árvore.
 É importante salientar que, não devemos deixar que as negatividades de outras pessoas ou quaisquer outras forças maléficas se instalem em nossa aura com facilidade, provocando barreiras espirituais e materiais que dificultem a nossa caminhada. Os banhos ajudam muito em nossa defesa espiritual, mas devem ser precedidos de uma força interior, que é a base de nosso sucesso na vida: fé em nós mesmos.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

vidas passadas...

hoje lendo, encontrei essa mensagem e achei muito interessante...vamos a leitura



      amor de vidas passadas........

Para se entender com maior profundidade a origem do amor é necessário contextualizá-lo dentro da teoria da palingenesia, ou reencarnação. Um amor não nasce de simples semelhanças de modos de ser e de interesses comuns, ele é o resultado de um longo processo de dezenas ou mesmo centenas de vidas passadas em que duas almas conviveram juntas. Nestas experiências conjuntas, ambas foram passando por circunstâncias juntos, enfrentando desafios, superando obstáculos, atravessando todas as dificuldades, e envolveram-se em laços afetivos e amorosos um com o outro, brotando daí uma profunda identificação e um sentimento verdadeiro.
Muitas pessoas me perguntam como podemos descobrir se alguém que muito amamos fez parte do nosso passado de outras vidas. A resposta a essa pergunta é bem simples: se você ama verdadeiramente essa pessoa, e a conhece a pouco tempo, então vocês já viveram, sem sombra de dúvida, experiências mútuas em vidas passadas. Isso significa que o amor verdadeiro, aquele que reside numa esfera muito íntima do nosso ser, não pode ser desperto em apenas uma vida. Os laços do amor real são tão fortes, que apenas experiências milenares podem despertar em nós um amor que é quase divino, que nasce do infinito e que se manifesta no ser humano como a expressão do sentimento mais puro que o homem da face da Terra pode ter acesso: o amor incondicional.
Em nossos estudos com terapia de vidas passadas chegamos a conclusão, tal como centenas de terapeutas ao redor do mundo, que todos os seres se agrupam naquilo que se convencionou chamar de “família de almas” ou “grupo anímico”. Além de nossa família consangüínea, que forma indivíduos com laços de sangue comuns, todos os seres possuem uma família espiritual, que é bem maior do que a nossa família genética atual. Ela é composta por centenas de espíritos que tiveram milhares de experiências conosco em vidas passadas; são espíritos que nos conhecem há milênios, e todo esse arcabouço de experiências coletivas os liga por laços de amizade, carinho, amor, cooperação, compaixão, e outros. Como tudo na vida tem dois pólos, as experiências negativas também fazem parte destes laços, sendo comuns sentimentos de ódio, raiva, antipatias, rejeição, ojeriza, malquerença, amargor, mágoa, etc. Toda essa mistura de sentimentos, tanto os positivos quanto os negativos, podem se expressar em nossas relações, e na maioria das vezes nem desconfiamos que eles vêm de vidas passadas, e não da vida atual.
Dentre nossa família de almas, há aqueles espíritos que cada um de nós guarda uma afeição mais profunda. Esses geralmente oscilaram, nos diversos papéis de vidas passadas, sendo nossos filhos, amigos, marido, esposa, pai, mãe, avô, avó, irmão ou irmã. A proximidade do parentesco físico não é definitiva para indicar o grau de afeição entre duas almas. Por exemplo, um filho pode amar mais a avó do que a própria mãe, pois seus laços espirituais podem ter sido mais estreitos em diversas vidas passadas. Um pai pode amar mais um filho do que o outro: embora muitos pais neguem essa diferença afetiva, sabemos que isso existe e é perfeitamente normal, já que um pai pode ter mais experiências amorosas pretéritas com um filho do que com o outro.
Algumas vezes as experiências traumáticas do passado podem abafar um amor entre duas almas. Por exemplo: uma mãe que matou seu filho numa vida passada, quando eles eram irmãos que disputavam algo. O filho pode carregar essa recordação inconsciente dentro de si e expressa-la em forma de rejeições, afastamento, ojeriza e até uma raiva inconsciente pelo que foi feito. É preciso lembrar sempre que esses traumas, apesar de terem sido esquecidos entre uma vida e outra, não apagam os sentimentos, sejam eles positivos ou negativos. A falta de memória não destrói as emoções que guardamos dos espíritos que fizeram parte do nosso histórico encarnatório.
Dessa forma, a família de almas é nossa família espiritual e vale muito mais do que nossa família física. Um bom exemplo é observar o comportamento afetivo das pessoas. Algumas podem gostar mais de um amigo do que de um parente próximo, como pai, mãe ou irmão. Esse amigo, apesar de não fazer parte de sua família consangüínea, pode ser um membro próximo de nossa família espiritual, e um amor muito grande pode estar presente na relação de ambos. Assim, a família espiritual transcende nossa família de sangue e demonstra a existência de laços muito maiores, mais sutis e imensamente mais antigos do que os laços consangüíneos.
Cada família espiritual é parte de uma família ainda maior, que pode nem sequer viver atualmente no planeta Terra. Há pessoas que sentem internamente, com grande certeza íntima, de que seus amigos verdadeiros e sua família não são deste planeta. Esse é o caso de muitas pessoas que foram exiladas de seu planeta de origem e estão aqui na Terra há algumas vidas tentando transmutar uma parcela do karma que ainda as prende nos grilhões terrestres. Alguns sentem isso tão forte que sequer conseguem manter laços afetivos na Terra, tal é o seu grau de apego a sua família espiritual extraterrestre. Alguns podem imaginar que isso representa uma evolução e que é uma indicação de superioridade espiritual, mas não é bem assim. Essa recusa em se viver a realidade atual implica num forte apego a um estado arcaico de existência, e esse apego pode aprisionar o espírito muito fortemente dentro de limites muito reduzidos, o que abafa a natureza essencial daquela alma e pode degradar seus sentimentos, pensamentos e comportamentos. O apego é um sinal claro de atraso espiritual e deve ser objeto de um esforço no sentido da libertação do cárcere terrestre. Se estamos vivendo aqui na Terra, precisamos da Terra para atingir esse desprendimento; de nada adianta desejar sair daqui para uma condição externa melhor e mais elevada. O universo é perfeita harmonia e inteligência, e nada ocorre por acaso. Quem está aqui, precisa das experiências terrestres para seu desenvolvimento espiritual.
Um fenômeno interessante que pode ocorrer é a inversão de papel. Uma mãe, que teve experiências afetivas de marido-esposa muito fortes com seu filho atual, pode sentir desejos inconscientes de experimentar novamente o amor de marido-mulher. Alguns pais conseguem desapegar-se disso e viver a condição da atual encarnação dentro da função de pai e filho. Outros, no entanto, cedem a essas tendências e podem ser levados até mesmo, em última instância, a molestar seus filhos. Todo pai que sinta essa inversão de papel deve lutar contra essa tendência, esse apego, pois só assim poderá viver com mais intensidade a relação atual de pai-filho. Isso ocorre também entre irmãos, que no passado foram marido e mulher e hoje sentem vontade de ter carinhos mais próximos, que extrapolam a relação fraterna natural.
Outro exemplo são marido e mulher atual, que numa outra existência (ou existências) foram irmãos e acabam depois se tornando amigos, ou têm dificuldades de manter relações sexuais por conta das lembranças inconscientes de vidas como irmãos. Há muitos outros exemplos dessa inversão de papel; o mais importante aqui é entender que o passado não deve interferir em nossas relações atuais da forma que elas se apresentam hoje: se hoje sou pai da minha filha, devo trata-la como filha e deixar de lado os sentimentos típicos de marido e mulher que tivemos em vidas passadas.
Outro fenômeno que pode ocorrer, esse não muito comum, é quando duas almas muito próximas, e que se amam muito, se reencontram, querem viver juntas, mas ambas são do mesmo sexo. Eles podem viver como bons amigos, ou podem desejar, se o apego for grande, viverem juntas como companheiros. Se forem dois homens, podem ceder aos desejos sexuais e iniciarem uma relação que vai além da amizade, passando a viver como amantes; se forem duas mulheres, podem fazer o mesmo e até casarem. O mais interessante é que, mesmo sem existir um histórico de homossexualidade, essas almas podem decidir estreitar os laços dentro de um contexto amoroso e sexual. Já vi casos como esse, e as pessoas envolvidas me garantiram que nunca tiveram desejos homossexuais, e o que sentiam uma pela outra só servia para essa pessoa em específico, e para nenhuma outra.
Por exemplo, uma das meninas gosta de outra menina e quer ficar com ela, mas nunca havia se relacionado com outras mulheres e garante não sentir qualquer tipo de desejo sexual por outras mulheres, somente por aquela que se torna sua companheira. Esse é um caso típico de apego a condição anterior em vidas passadas. Ninguém pode julgar se isso é correto ou não; a escolha, neste caso, é da própria pessoa e só a ela compete avaliar a qualidade de suas relações. Repudiamos aqui o preconceito a homossexualidade e somos favoráveis a liberdade de expressão da sexualidade. Advertimos, porém, que qualquer excesso nessa área, seja com heterossexuais ou homossexuais, pode implicar em efeitos graves e num karma negativo, com severas complicações futuras, na vida atual ou em vidas futuras.
Quando duas almas que se amam muito estão em planos diferentes, isso pode se tornar um problema. É o caso de pessoas que nascem no plano físico, e que sonham ou sentem a presença de espíritos que não estão em corpo físico. Essa pessoa ama o espírito, e deseja ficar com ele, mas como essa alma não se encontra encarnada, ela nada pode fazer. É possível encontros em projeção astral, quando dormimos a noite e nosso corpo espiritual deixa o corpo físico e passa a interagir com outras dimensões. Nesses momentos, as duas almas podem se encontrar e ficar um tempo juntas. O encarnado pode ter vários sonhos com o desencarnado, mesmo sem saber quem ele é e nunca te-lo conhecido na vida atual. Mas intimamente ela sabe que o conhece, que o ama, e sente vontade de ficar com ele, como mostra esse exemplo de um breve relato que recebemos:
“Mais uma noite eu sonhei com aquela moça linda, ela me faz sentir uma forte emoção, uma saudade, eu a amo, eu acordo chorando, sempre, há anos.”
Os espíritos de luz que comandam o destino dos seres podem autorizar esta situação para estimular o desapego entre as duas almas.
O universo sempre conspira para que uma alma se desenvolva espiritual e passe a amar a todos, e não apenas uma só pessoa. Embora o amor entre nossa família física e espiritual seja um exercício do amor incondicional, a maioria dos espíritos que vivem na Terra ainda estão longe do amor incondicional a todos os seres. Por esse motivo, a inteligência divina cria circunstâncias que nos façam entender que o amor vale muito mais quando ele se expande para abraçar todos os seres do universo, e não apenas pessoas de nossa convivência. O amor universal é a meta sagrada de todas as almas que aspiram à perfeição. Quando acontece de duas almas que se amam estarem separadas, uma no plano físico e outra no plano espiritual, ambas devem exercitar o desapego e procurar outras pessoas para se relacionar.
Essa situação também pode ser problemática quando há muitas energias pendentes entre ambos. Pode acontecer, por exemplo, de o desencarnado desejar ficar junto do encarnado e começar a boicotar todos os seus relacionamentos. O desejo do desencarnado é que o encarnado seja só dele, e por conta disso ele poderá agir no sentido de isolar o encarnado de todos, desejando que fique sozinho. Como o encarnado sente um amor sincero pelo desencarnado, pode ceder a isso, e aceitar as sugestões de sempre permanecer sem se relacionar com outros. Quando esse tipo de assédio ocorre, é bem mais difícil de ser tratado num trabalho espiritual, pois há uma permissão inconsciente do encarnado diante da obsessão exercida pelo desencarnado. Neste caso, a melhor forma de agir é conscientizar o encarnado a se libertar desse apego e viver a vida física naturalmente, sem ficar esperando que o desencarnado venha a preencher um vazio que ficou das experiências “perdidas” de vidas passadas, quando ambos viveram juntos.
Outro fenômeno bastante interessante e inexplicável é o chamado “amor à primeira vista”. Esse fenômeno só é inexplicável quando não se leva em conta a teoria da reencarnação. O amor à primeira vista consiste no despertar de um sentimento tão logo vemos ou estamos na presença de uma pessoa desconhecida que nos desperta algo portentoso, excelso, superior, quase celeste e divino, e que é incompreensível. Há uma nítida impressão de que já conhecemos aquela pessoa. Alguns indivíduos, não muito versados na noção reencarnacionista, afirmam que não existe o amor à primeira vista, mas sim uma espécie de encantamento, de fascinação, de deslumbramento pela beleza do outro. Apesar de estes sentimentos estarem misturados no primeiro momento, não seria apressado dizer que há, de fato, um amor que pode estar sendo ressuscitado, reaceso, vindo à superfície e despertando, trazendo à tona um sentimento sublime e transcendente que até então estava meio apagado dentro de nós.
Esse amor pode ter sua origem em dezenas ou mesmo centenas de vidas passadas onde estas duas almas viveram juntas. Pode até mesmo ser anterior aos primeiros nascimentos terrestres. Esse reencontro faz ressurgir uma emoção, um envolvimento que já existia dentro da pessoa, mas que ainda estava disperso. O amor à primeira vista não deve ser confundido com maravilhamento pela beleza física. Ele é uma profunda identificação com alguém que já conhecemos há milênios e que reencontramos nesta vida. Esse pode ser o início de uma longa história de amor.
Para se diferenciar um amor verdadeiro e uma simples paixão é preciso notar se há um total desprendimento em relação a pessoa que amamos. O amor real é calmo, sereno, não se deixa influenciar por sentimentos de controle, posse, ciúme, e outras armadilhas inferiores. O amor verdadeiro deseja que o outro esteja bem, mesmo que ele não fique conosco. Ele é espontânea, livre e há desprendimento; só o que importa é o bem estar do outro. Fazemos de tudo para que o outro seja feliz.
A melhor forma que eu conheço para harmonizar o nosso passado e cuidar para que estes laços não se tornem disfuncionais e problemáticos na vida atual é a realização da terapia de vidas passadas. Através da regressão o passado pode ser revisto e os laços amorosos podem ser tratados, dissolvendo os resíduos de energias conflituosas, brigas, assassinatos, traumas, e qualquer situação negativa que tenha ocorrido em vidas passadas. Muitos afirmam que tratar o passado conjunto com nossos entes queridos pode reacender velhas mágoas, nos fazer lembrar de velhas disputas e ódios passados, e que isso inviabilizaria nossa convivência atual com eles.
Quem defende esta tese alega que uma mãe não poderia conviver bem com seu filho caso descubra que ele a torturou e matou em vidas passadas. A nossa experiência de mais de 2.000 regressões individuais prova que essa ideia é bastante equivocada. Jamais pude presenciar nenhuma relação que tivesse piorado após uma revisão de vidas passadas negativas entre membros de uma mesma família. Pelo contrário, as experiências negativas são tratadas e os laços de amor são purificados, o que torna a convivência atual muito melhor e mais satisfatória.
Já atendi dezenas de casos em que visitamos vidas passadas bastante duras entre familiares e o resultado sempre foi uma grande melhora na qualidade da relação atual. Os bloqueios caem, os conflitos são tratados, as disputas são harmonizadas e tudo passa a ser objeto de precioso aprendizado. Além disso, o esquecimento do passado não apaga os sentimentos negativos de vidas passadas, eles continuam existindo hoje, podem e devem ser tratados, para que as relações familiares melhorem e para que possamos viver bem com nossos familiares e com as pessoas que amamos.

Autor: Hugo Lapa
Atendimento com Terapia de Vidas Passadas.
lapapsi@gmail.com 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

o reencontro

O reencontro( Conto Espírita)


   

    Margarida estava nervosa. Mesmo os passes de Jair e André não a acalmavam. Euforia e ansiedade. Um misto de nervosismo e alegria.

     - Querido amigo, ele vai sofrer muito?- perguntou ao mentor Jair.

   Jair esboçou um sorriso e afirmou:

    - Os irmãos espirituais estão fazendo o trabalho de desligamento. Fique tranqüila.

     E, num leito de hospital, José sorria para os três filhos. O soro demorava a cair. Os rapazes choravam muito. José sentia intensa fraqueza. Sabia que iria partir e não tinha medo. Sentia o quarto cheio de luzes.

 - Papai, o senhor precisa se alimentar e reagir.-murmurou o filho mais novo.- Os médicos estão animados. O senhor melhorou muito. Os outros dois rapazes sorriram. Esperança de um milagre! José sorriu, mas seu pensamento estava muito longe dali. 

 - Filhos, sinto que minha hora está chegando. Por favor, não se desesperem. Não me peçam para ficar, porque não posso mais.- sua respiração ficou ofegante. 

   De repente, se desligou do corpo e viu dois Josés. Ele se viu em pé ao lado do leito. Outro José seguia com aspecto macilento na cama. José sorriu para o seu corpo em atitude respeitosa. Sessenta e dois anos de uma vida plena e feliz. Tudo ficou mais difícil quando Margarida, sua esposa o deixou depois de um enfarto fulminante há dez anos. Tinha certeza de que iria reencontrá-la. Sabia que seus rapazes ficariam bem.

  Pensou em seu grande amor. E, de repente, seu quarto se encheu de luz. Viu Margarida e dois seres de muita luz. Ficou tonto.

   -Viemos lhe buscar!-disse Margarida; a linguagem era telepática. Os médicos espirituais cortaram os laços que ligavam José ao carro físico. Veio o último suspiro. Os filhos se abraçaram e se ouviu um choro forte de dor.

  Margarida e José se reencontraram depois de aparentes dez anos de separação. Uma separação ilusória, porque ambos se viam às vezes durante o sono de José. Eram encontros cheios de amor. Encontros permitidos pela Espiritualidade para que José seguisse sua missão sem fraquejar. O amor verdadeiro é veloz como o tempo e milagroso. Viaja com a velocidade do pensamento. Almas afins se comunicam espiritualmente.Não há distancia. O amor supera as fronteiras da morte! É o milagre da mente e do pensamento. O milagre do amor!

 Passou-se algum tempo. Um dos filhos de José tomava café na cozinha e se lembrou do seu velho pai. Casa vazia. Seguiam os três rapazes na lida sem os pais. Havia saudade, mas não desespero. De repente, a lembrança forte do seu pai veio à tona. Lembrou-se das pescarias, das risadas, do sorriso encantador do Sr. José. O rapaz não viu, mas José estava ao seu lado. Agora, estava pronto para rever o lar. Margarida estava ao seu lado. O filho mais velho de José sentiu falta da mãe. Era Margarida que se aproximara dele. Ele sentiu o perfume dela. 

   Sorveu mais um gole do café. Pensou:

    - Pai, será que é verdade mesmo? Será que os mortos podem voltar?-pensou Eduardo.  Era um bom filho, mas incrédulo. De repente, a colher que estava em cima da mesa fez um movimento como se alguém tivesse tocado nela e caiu no chão.

     Era José que facilitara o efeito físico para que Eduardo despertasse para a Espiritualidade Maior. Mais tarde, durante o sono do corpo, Eduardo reencontrou os pais. Chorou copiosamente.

     No dia seguinte, contou o sonho aos irmãos. Os dois olharam para ele com certa incredulidade. De repente, um novo barulho. Um copo caiu no chão, mas não se quebrou. Eles se entreolharam amedrontados. Algo estava muito estranho!

   Alguns dias se passaram. Estava na hora dos rapazes despertarem para a vida espiritual.  Eduardo bateu à casa espírita. Sua mente estava cheia de perguntas. Meses depois, os irmãos o seguiram.

   No imenso céu da Espiritualidade Maior Margarida e José faziam novos planos. O céu estrelado e as promessas de uma nova vida!

  O amor é a estrada que une dois corações apaixonados! O amor verdadeiro jamais acaba mesmo que os espíritos estejam separados pelo véu da morte! !

    Tenha fé na vida eterna! Onde está a treva do desespero chega o amor com a esperança de um novo porvir. Ore e aguarde! A luz chegará através da oração, da aceitação e da serenidade. Deus tem todas as respostas, mas o Pai Eterno lhe dará todas as respostas de acordo com o seu grau de compreensão. Tudo tem sua hora certa!

     Aguarde os sinais dos entes queridos que estão na Espiritualidade Maior! Pense neles e , não somente no seu sofrimento! No momento da libertação eles precisam de você! Prove que ama de verdade e tudo ficará mais fácil!


          - Um amigo espiritual( psicografia Sandra Cecília)